Sabemos que o cálcio da dieta é um dos fatores contribuintes para o emagrecimento.
Zemel, Thompson e Morris, no artigo “Calcium and Dairy Acceleration of Weight and Fat Loss During Energy Restriction in Obese Adults”, já demonstraram que uma dieta com baixa caloria e um aumento de ingestão de cálcio através do leite e derivados pode resultar numa diminuição dos parâmetros de adiposidade. (Obesity Research, v. 12, n. 4, abr. 2004).
Na dieta ortomolecular, utilizamos um grande número de derivados lácteos, como leite, queijos brancos e, principalmente, iogurtes desnatados, que, além de possuírem cálcio, são ricos em lactobacilos que auxiliam a regenerar o intestino e combatem as bactérias maléficas deste local.
A maior quantidade de cálcio absorvida se dá quando a capacidade de absorção do intestino está plena, isto é, suas vilosidades íntegras e com ausência de bactérias maléficas que geram flatulência e inflamação neste local.
O estresse, a falta de exercício, refrigerantes, o envelhecimento, a menopausa e o ácido oxálico do chocolate podem diminuir a absorção do cálcio.
Por esta razão, os iogurtes são benéficos, melhoram a permeabilidade intestinal, o ritmo e a boa absorção do cálcio.
As proteínas do leite são substâncias bioativas, pois possuem aminoácidos de cadeia ramificada que podem aumentar a queima da adiposidade! Dentre estes aminoácidos está o ácido linoleico conjugado.
Estas proteínas são substratos energéticos para o metabolismo muscular, acelerando o metabolismo basal.
Por outro lado, a ingestão do cálcio através dos derivados lácteos acelera o metabolismo corpóreo, elevando a termogênese do corpo.
A necessidade diária de cálcio é de 1.000 mg, não devendo ultrapassar 2.000 mg/dia.
Fontes de cálcio na dieta ortomolecular
- Sardinha
- Iogurte
- Leite desnatado
- Tofu
